






JUSTIÇA NOS EUA DECIDE: ESPERMA MASCULINO UMA VEZ EJACULADO DURANTE RELAÇÃO SEXUAL PASSA A SER PROPRIEDADE DA MULHER !!!

| Revanche do Gaúcho Conta a lenda que quatro estudantes universitários estavam num buteco, após as aulas, na frente de uma universidade no Goiás. Os quatro: um paulista, um carioca, um goiano e um gaúcho. Conversa vai e cerveja vem, os três começam a tirar sarro do gaúcho, com aquelas piadinhas sobre o Rio Grande. E o gaúcho na dele, cara amarrada, olhando só pro copo até que o carioca, ainda rindo, pergunta: - O que houve, gaúcho? Perdeste o senso de humor? - Não, é que tenho um problema sério. - E o que é? - Mas bah, tchê, saibam que minha mulher me meteu um chapéu de boi e ainda embuchou. Risadas dos três, um gole de ceva do gaúcho, e a nova pergunta: - E o que fizeste? - Fiz o certo. Levei a mulher pro Rio, o piá deixei em São Paulo e vim pra Goiás. Aí a risada é do gaúcho. Os três ficam imaginando o que aquilo queria dizer, mas resolvem perguntar. - E porque fizeste isso gaúcho? - Mas é óbvio, tchê! Levei a mulher pro Rio que é lugar de puta, o piá pra São Paulo que é lugar de filho da puta e vim pra Goiás, que é lugar de corno. | |

É extremamente constrangedor para o cidadão ter que passar por uma 'revista obrigatória', à qual são submetidos os clientes do atacadista Makro , depois de conferir e pagar suas compras na caixa do supermercado.
Um assédio moral inaceitável e inconstitucional que tem por pressuposto a seguinte barbaridade: até prova em contrário, todo cliente é ladrão. Daí a necessidade da revista, segundo a ótica de empresa como Makro. Eles usam para avaliar os clientes, pois a mesma lógica perversa de meter a mão no bolso alheio na primeira oportunidade de que dispõem. Em outras palavras, a pressuposição de que todos são ladrões em potencial traduz atitudes e convicções de empresa como essa.
Constrangimento e ilegalidade
O supermercado atacadista submetem os consumidores a uma revista, após o pagamento da mercadoria. Conforme informações apuradas por uma equipe no local, funcionários dos estabelecimentos abordam os clientes à porta da saída, solicitam o cupom fiscal e revistam o carrinho de compras.
A prática, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), é ilegal e causa constrangimento ao cliente. A prática realizada pelos supermercados atacadistas constitui constrangimento ao consumidor, e acarreta desequilíbrio nas relações jurídicas de consumo. O CDC proíbe o método comercial abusivo e, como não há harmonia de interesses - uma vez que os clientes não apóiam tal procedimento - isso deverá ser imediatamente abolido,.
Avanços da justiça
Quando o consumidor paga o produto e recebe a nota fiscal, essa mercadoria passa a fazer parte de sua propriedade. Sendo assim, não resta mais nada que legitime qualquer outra pessoa a tocar nessa propriedade privada, segundo garante a Constituição Federal em seu artigo 5º, XXII.
Os avanços na defesa do cidadão começam a se fazer sentir nos corredores da justiça e este assédio moral já é compreendido por parte de vários magistrados como motivo suficiente para fazer as pessoas atingidas acionarem a Lei e exigir indenização financeira pelo dano.
Em Sergipe, o Ministério Público interveio na revista obrigatória e obrigou o Makro e suspender o constrangimento.
Makro - nas barras da Justiça
No ano passado, em Maceió, o Makro Atacadista S/A pagou multa de R$ 20 mil de indenização em decorrência de conduta ilícita em relação aos promotores de venda que prestam serviço em sua loja, localizada no Tabuleiro do Martins, na capital alagoana. Para evitar a exposição desses profissionais a situações vexatórias, o supermercado firmou termo de ajustamento de conduta perante o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas, assumindo o compromisso de não controlar a jornada dos promotores de vendas nem desviá-los de suas funções. Por indicação do órgão ministerial, a multa foi destinada a duas instituições de caridade: Casa do Pobre de Maceió, situada no bairro do Vergel do Lago, e Sociedade Espírita Casa do Caminho, que atende crianças carentes no bairro de Rio Novo, também na capital.
